Resposta direta

Um 500 indica uma falha no lado do servidor da rota chamada. Capture o status e o request id em uma única tentativa, compare com uma chamada de controle e evite repetir em loop: rajada de tentativas agrava a falha e destrói a evidência.

O que fazer primeiro

  1. Salve o corpo da resposta e os headers (em especial qualquer request id ou campo de correlação) sem a API key.
  2. Rode o payload mínimo uma vez e registre o resultado; não repita em loop enquanto investiga.
  3. Compare com uma chamada de controle em GET /v1/models: se a chamada de controle responde normalmente, o problema está mais próximo da rota chamada do que da conectividade geral.

Exemplo copiável

curl -sS -D h -o b -w 'HTTP %{http_code}\n' https://api.mandapi.com/v1/chat/completions \
  -H "Authorization: Bearer ${MANDAPI_API_KEY}" \
  -H 'Content-Type: application/json' \
  -d '{"model":"deepseek-v4-flash","messages":[{"role":"user","content":"ok"}]}'

O comando salva os headers em h (procure request id ou correlação neles) e o corpo em b.

Como separar as camadas

  • Cliente: confirme que a requisição saiu como você esperava — URL final, método, headers e corpo. Com header ausente ou inválido, o caso registrado é HTTP 401, não 500.
  • Rota chamada: uma chamada de controle em GET /v1/models que responde normalmente aponta para a rota específica, não para a sua rede.
  • Servidor: um 500 recorrente com o mesmo payload mínimo, com request id salvo, é o registro que você precisa para escalar com contexto.

Como registrar o teste

Anote data, ambiente, método, URL final, status, request id e corpo sanitizado. Um único evento bem registrado vale mais que várias repetições sem contexto: é ele que permite separar falha transitória de falha persistente.

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